Psicopedagoga Institucional e Clínica - Fernanda Bengezen

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014




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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Falta de equilíbrio gera insatisfação no trabalho






Recentemente, uma pesquisa elaborada pela consultoria Hay Group apontou que um em cada quatro funcionários no mundo diz não receber incentivo da empresa onde trabalha para equilibrar a vida pessoal e profissional. O estudo ainda diz que o cenário faz com que 27% dos profissionais pensem em deixar o emprego nos próximos dois anos. Esse resultado é preocupante, pois uma vida sem equilíbrio resulta em pessoas sem energia e vontade de viver intensamente os bons momentos que a vida pode oferecer.

Profissionais motivados são essenciais para a condução de qualquer departamento de uma empresa. Quando falta equilíbrio, nasce uma série de reclamações, causando problemas aos líderes e falhas na execução da empresa. O ideal é líderes e equipes trabalharem sempre em busca de criar um ambiente favorável, onde todos possam trabalhar juntos por um objetivo comum. Por isso, listei alguns fatores que fazem a equipe ter uma alta produtividade, sem deixar de lado a busca por uma vida com mais qualidade:

Os líderes fazem a diferença – Se puder comparar uma “equipe ruim” e uma “equipe fantástica” o líder é a primeira ponta. Líderes negligentes não fazem a coisa acontecer, líderes urgentes matam a produtividade da equipe. Líderes egocêntricos matam o propósito do time. Por outro lado, líderes que suportam, dão empowerment, estabelecem modelos de comunicação, definem prioridades claras e dão o poder de decisão ao time fazem a coisa acontecer. O líder não precisa saber nem resolver tudo, ele precisa dar espaço para a equipe e com isso utilizar o potencial do grupo.

Foco nas pessoas e não no resultado – Nada contra gestão por objetivos ou similares, mas as equipes dão certo pelas pessoas que as compõem. Você pode ter os melhores processos, metas, sistemas mas são as pessoas que fazem a diferença. Quando a equipe tem pessoas valorizadas, vistas com seus problemas e competências, e que têm chances para o aumento de seu equilíbrio pessoal e relacionamentos importantes, o trabalho flui melhor.

A comunicação é aberta – Esse é um dos pontos mais difíceis e também mais interessantes das equipes de alta produtividade. Quando a comunicação é aberta, direta, honesta e objetiva, tudo funciona bem. Equipes onde a comunicação tem barreiras, onde tudo se resolve por e-mail ou com reuniões, onde falar com o líder exige um “protocolo”, a produtividade fica truncada.

Elas gerenciam o tempo – Quanto mais efetivas individualmente as pessoas são, mais a equipe aumenta sua performance. Se uma pessoa não consegue lidar com seus e-mails, não sabe planejar, não consegue priorizar, não consegue se organizar etc. Isso compromete a performance de todos. Gerenciar tempo é uma competência individual que no grupo traz resultados incríveis.

Elas erram – Equipes maduras e de alta produtividade erram e a cada erro alguém se prontifica a mapear, identificar as origens e a solucionar o erro. Todo mundo erra, processos podem estar errados, sistemas podem ter erros. O erro é muito bem-vindo nessas equipes, com a diferença de que eles servirão para ajudar a equipe a ajustar a rota, evitar que novas urgências apareçam e servirão como exemplo de melhores práticas. A negligência ou aceitação do erro é que faz o erro ser um “erro”.

Nenhuma equipe possui alta produtividade constantemente, existem flutuações e lacunas em alguns momentos. Isso é normal, o que faz a diferença no resultado é a maturidade do grupo, a capacidade de saber o que é importante, de se comunicar da forma adequada, de utilizar o tempo da forma correta e de lidar com seus problemas.

Essas características não nascem da noite para o dia, elas são construídas ao longo do tempo, com muita persistência, treinamento e ferramentas. Qualquer equipe pode se transformar em uma equipe de alta produtividade e com equilíbrio, basta que os líderes tenham interesse e que a empresa dê espaço nesse sentido.


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Quero mudar de profissão, mas não sei como. O que faço?


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O salário não é o dos seus sonhos, o chefe é chato, a promoção ficou só para o próximo ano e o ânimo para trabalhar ficou no passado. Quando as coisas não vão bem, qualquer motivo é suficiente para pensar em mudar. Dependendo da situação, basta trocar de empresa. 
Por outro lado, para quem não sente prazer com aquilo que faz e já está cansado, mudar significa procurar outra profissão. E não há problema nisso. Afinal, qualquer guru de recursos humanos diria que a satisfação no trabalho é essencial. 
Para o headhunter da consultoria de RH Michael Page, Marcelo Cuellar, antes de tomar qualquer decisão, o que você precisa é dar um tempo a si mesmo. "O melhor a fazer é esperar um pouco e refletir sobre o que o incomoda", diz. Numa situação hipotética, você, cansado de tanta insatisfação, radicaliza e se demite. Uma semana depois, numa segunda-feira em casa usando pijama e chinelos, entra no email de trabalho e percebe que fez uma grande besteira ao pedir as contas. Depois de experimentar a paz por um tempo, se dá conta de que apenas precisava de um período de férias. O descanso desejado aconteceu e o emprego não volta mais. Então, pergunte a si mesmo por que sair da atual empresa? Se essa resposta estiver ligada à situação atual, você não deve deixar o trabalho.  “Carreira não é curto prazo, por isso não tome decisão às pressas”, afirma o especialista.
E se depois de um tempo você continuar sentindo-se incomodado com o que faz, vá em frente: mude. Surgirá então outro questionamento: será que estou velho demais para largar tudo e arriscar? A resposta é: continue em frente. Segundo Cuellar, o risco de mudar de carreira sempre existe. Ele aumenta entre pessoas mais velhas, porém não é motivo para continuar a pagar pecados repetindo todos os dias aquilo que o deixa infeliz.
Para o headhunter, não existe idade certa para mudar de profissão, mas o risco de seguir numa nova carreira tem uma correlação com a idade. "No início é mais fácil porque você tem menos hábitos arraigados. Está mais disposto a enfrentar novos desafios”, diz. Portanto, não se iluda, saiba que terá de fazer um esforço redobrado para se colocar no mercado novamente.
Antes de mudar de profissão, considere alguns fatores e se faça algumas perguntas. Relacionamos abaixo sugestões para você saber realmente se deseja mudar de profissão atual e o quer fazer para levar adiante uma empreitada desse tipo. 
 
 
1º Você está insatisfeito
É necessário descobrir o motivo para a sua insatisfação. Faça perguntas a si mesmo imaginando se o cenário que o deixa descontente no momento fosse outro. E se fosse promovido? E se recebesse um aumento? E se pudesse trabalhar em casa? E se o chefe que você não suporta mudasse de área ou saísse da empresa? E se você trocasse de emprego?
 
2º O que você quer fazer?
Pense nas carreiras nas quais que você se daria bem e aquelas que você não encararia de jeito nenhum. Se não sabe para onde ir, aproveite para fazer uma reflexão sobre si mesmo. Reflita sobre aquilo que gosta de fazer, o que lhe dá prazer e se permita imaginar a si mesmo em diversos cenários. 
 
3º Não idealize
Quando pensam em mudar de carreira, muitas pessoas idealizam a profissão escolhida, como se esse novo trabalho não tivesse desafios. Se não tem ideia de como é a carreira que quer seguir, pesquise. Saiba onde vai pisar daqui para frente.  
 
4º Não vá pelo embalo
Você leu ou ouviu em algum lugar que um determinado tipo de negócio está dando muito dinheiro. Então você pensa, mesmo sem fazer ideia de como tocar algo nesse ramo: "pronto, é isso nisso que vou investir". Não é bem assim. Quem está ganhando dinheiro, já conheceu o mercado em que atua, conhece os concorrentes, investiu naquilo e apresenta um diferencial. Você terá mais dificuldade para engrenar e não terá retorno financeiro tão rápido como imagina. 
 
5º Ouça a voz da experiência
Converse com pessoas que de fato trabalham na área que você escolheu. Pergunte sobre os pontos positivos e negativos daquela profissão. Como é o dia a dia no trabalho, como são as atividades realizadas, qual é a média salarial, as responsabilidades e as dificuldades. Leia sobre o setor, participe de workshops e palestras sobre o assunto.Você tem de conhecer os pontos positivos, mas também onde o calo aperta. 
 
6º  Educação
Saiba se aquilo que você quer exercer requer conhecimento técnico e profissional, ou se você terá de encarar uma faculdade. 
 
7º Não desperdice conhecimento
Tudo o que aprendeu em sua profissão atual pode ser agregado ao novo trabalho. Descubra como complementar sua experiência à nova carreira.
 
8º Prepare-se financeiramente
A nova profissão talvez não dê retorno financeiro logo no início. É bom ter sempre uma reserva, caso a coisa demore um pouco mais a acontecer. E paciência! 
 
9º Viva por um dia
Teste a profissão desejada antes de trabalhar nela de fato. Por exemplo: se você é advogado e pretende ser dentista, antes de tudo vá a um consultório e acompanhe uma cirurgia de siso. Vivencie um dia a profissão. Você pode acabar descobrindo que faria uma besteira, pois não consegue nem ficar de pé quando vê sangue.  
  
10º Alegria, alegria
A profissão que escolher tem de dar prazer, tem que ser algo que você se divirta. Se não for mais divertido do que a atual, há uma grande chance de não dar certo. Não faz sentido trabalhar com aquilo que não te faz bem.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Câmara aprova psicopedagogos em escolas

Prefeito tem um mês para sancionar ou vetar projeto de lei que institui o serviço na rede municipalFABIO PAGOTTO
fabio.pagotto@diariosp.com.br
A Câmara Municipal aprovou na terça-feira a inclusão de assistência pscicopedagógica nas escolas municipais de São Paulo. O prefeito Fernando Haddad tem 30 dias para aprovar ou vetar a proposta que inclui nas escolas a presença do psicopedagogo, profissional especializado no tratamento de dificuldades de aprendizagem.
“Era uma lacuna a ser preenchida no ensino público, uma vez que nas instituições particulares o profissional de psicopedagogia integra o corpo docente”, afirmou o autor do PL (Projeto de Lei) 11/2005, que inclui o psicopedagogo na rede municipal de ensino, o vereador Antonio Goulart (PSD).
Segundo o vereador, o projeto visa principalmente melhorar o desempenho e evitar a desistência precoce dos alunos nas escolas. “O psicopedagogo é o profissional indicado para diagnosticar e prevenir problemas de aprendizagem nos alunos, que podem culminar em casos mais extremos, como atitudes agressivas contra os colegas de classe e professores”, diz Goulart.
Para o vereador, a presença do psicopedagogo pode ajudar a evitar tragédias como a que ocorreu no Rio de Janeiro em abril de 2011, em uma escola municipal no bairro do Realengo, quando o ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou 12 alunos a tiros. “O jovem que invadiu a escola e atirou nos alunos tinha estudado nessa mesma instituição. Se tivesse um profissional para perceber as dificuldades psicológicas, as chances de acontecer essa tragédia seriam muito menores”, disse Goulart.
O vereador acredita que o prefeito  sancionará o projeto. “A expectativa é positiva, até porque o projeto deixa a cargo do Executivo a melhor forma para a regulamentação”, diz.
Outro projeto inclui alimento orgânico na merenda escolar

Outro projeto que seguiu para sanção ou veto do prefeito na terça-feira é o do vereador Gilberto  Natalini (PV), que destina 30% da verba da merenda escolar das escolas municipais para a compra de alimentos de cultivo orgânico.

De acordo com o PL (Projeto de Lei)  447/2011, a Prefeitura deverá optar por produtores localizados no município, quando houver igualdade de preços e de qualidade e prazo de entrega.
De acordo com o PL, o poder público poderá estabelecer critérios próprios para a certificação dos alimentos ou usar os estabelecidos na Lei Federal 10.831.
Segundo a justificativa do projeto, o objetivo da medida é estimular a produção de alimentos de origem orgânica na cidade.  “É uma forma de aumentar a demanda por esses alimentos, que encontram mercado em nicho restrito”, diz o texto.
Em 2012, a Prefeitura recebeu R$ 72 milhões do Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar) para a compra de merenda escolar, segundo dados do governo federal.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Jogos/ideias com materiais reclicáveis


Reunião de diversas ideias de materiais e jogos feitos com material reciclado! A criatividade em alta e gastando pouco!






















quarta-feira, 6 de março de 2013

Dificuldade de aprendizagem: pais e professores devem ficar atentos



O ano letivo começou há poucas semanas, logo começarão as provas e muitos alunos podem não se sair bem. Este resultado pode ter diversas razões, por isso, os professores e também os pais devem ficar atentos quanto ao comportamento das crianças, o mau rendimento em sala de aula pode ser mais que preguiça e falta de interesse.
Para ser identificada a dificuldade de aprendizagem é necessário que o professor observe o aluno. De acordo com a professora de Didática do curso de Pedagogia da Unigran, Iuderce Michelan de Almeida, o acompanhamento dos pais e da escola é muito importante para identificar a dificuldade. “A criança que tem dificuldade de aprendizagem ela dá alguns sinais. São crianças tristes, isoladas, agressivas, de difícil relacionamento com os colegas”, conta a educadora.
Segundo a pedagoga, talvez esse comportamento esteja acontecendo devido um método inadequado que não está chegando até a criança. Pode ser um problema ocasionado por uma série de fatores mais metodológicos do que um problema com a própria criança. “O professor tem que observar e ir lidando com a criança, dando uma atenção maior para perceber se aquela dificuldade é transitória em relação ao conteúdo, que pode sanado com uma metodologia diferenciada, ou se realmente ela tem uma dificuldade de aprendizagem”, considera.
“Temos orientado os acadêmicos de Pedagogia, que serão os futuros professores, para que eles deem uma atenção quando perceberem que tem um aluno com dificuldade. Usando, primeiramente, todas as formas possíveis da prática pedagógica para ver se é uma questão metodológica. Se perceber que é uma questão com maior profundidade deve recorrer a pessoas especializadas, a uma equipe multidisciplinar”, informa Iuderce.
Caso a criança seja identificada com algum problema de aprendizagem como dislexia, discalculia, hiperatividade ou déficit de aprendizagem é importante o diagnóstico médico. “A partir da identificação há todo um trabalho diferenciado com essa criança, uma metodologia diferente, um reforço. E em casa os pais precisam acompanhar mais de perto. Detectando é possível solucionar, mas isso envolve um acompanhamento da escola dos especialistas e principalmente de casa” conclui a professora.

Fonte: A Crítica

Alienação parental: Uma maneira de lesar os filhos e causar transtornos




Existem muitas formas de prejudicar o desenvolvimento saudável de uma criança. E a alienação parental é uma das mais cruéis. Difamar o pai ou a mãe dos filhos ou tentar afastar as crianças de um dos seus genitores pode contribuir, inclusive, para o surgimento de transtornos psicológicos irreversíveis.
Mais do que isso, um genitor que coloca os filhos contra o outro está sujeito a sofrer processos judiciais. Uma lei sancionada em agosto de 2010 define o que é alienação parental e as punições para quem pratica esse tipo de crime.
Elas vão desde o encaminhamento para tratamento, podendo chegar à suspensão ou inversão da guarda, passando pelo pagamento de multa estipulada pelo juiz.
Segundo a juíza da Vara da Infância e da Adolescência, Maria Luíza de Freitas, os processos envolvendo denúncia de alienação parental são frequentes no Piauí.
Percebemos que isso acontece quando a relação terminou, mas um dos cônjuges ainda não superou o fim do casamento. Então, fica usando a criança para atingir o outro", afirma a juíza.
Entre as medidas judiciais aplicadas pela Vara da Infância e da Adolescência está o encaminhamento das pessoas que praticam alienação parental para tratamento psicológico ou psicoterápico. As crianças vítimas dessa prática também são encaminhadas para tratamento especializado.
Infratores apresentam os sintomas da alienação parental
O indício de que as consequências da alienação parental podem ser muito graves estão descritas em um estudo realizado na Unipam (Centro Universitário de Patos de Minas), em Minas Gerais, que relaciona menores infratores usuários de drogas à Síndrome da Alienação Parental.
Os adolescentes pesquisados assumem conduta inadequada e agressividade, comprovada pelos atos infracionais como homicídio e tentativa de homicídio, além da tendência para o alcoolismo e uso de outras drogas.
De acordo com o estudo, 53,3% dos jovens tinham pelo menos um sintoma da Síndrome; 26,7% da amostra possuía até dois sintomas e apenas 6,7% não apresentava nenhum indício do transtorno psicológico.
Entre os sintomas considerados para a Síndrome da Alienação Parental estão a falta de remorso do adolescente ao denegrir a imagem do genitor alienado; o conflito entre os genitores e a ausência paterna, sendo que esta ocorre em 40% dos casos, enquanto a falta de culpa ocorre em 26,66% dos casos.
FONTE: Nayara Felizardo
Autor: Jornal Meio Norte

Fonte: JusBrasil


Dia Mundial do Autismo

terça-feira, 5 de março de 2013

COMPROMETIMENTO: UMA VIA DE MÃO DUPLA


Você, meu amigo empresário ou gestor, que reclama de que falta comprometimento por parte de seus colaboradores, já pensou que talvez falte comprometimento por parte da sua empresa para com eles?


Saiba você que comprometimento é uma via de mão dupla. Quem cobra comprometimento de alguém tem que se comprometer com este alguém também. Assim é na vida pessoal, com nossos amigos, familiares e com a nossa “cara metade”, não importando aqui se esta “cara metade” é um (a) namorada (o), noiva (a), esposa (o), ou apenas, um caso especial. 

Comprometimento não significa relacionamento sem atritos, sem conflitos, sem choque de ideias, sem cara feia para cá ou para lá. Mas, o fato que ambos estão mutuamente comprometidos atenua as tensões, favorece o diálogo e facilita o entendimento e a volta à normalidade.

Todos nós conhecemos a famosa frase do Poeta Vinicius de Moraes em seu célebre Soneto de Fidelidade, que diz “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”. Esta frase se refere ao amor entre duas pessoas e eu humildemente peço permissão ao nosso querido poeta, para adapta-la aos nossos tempos e as nossas empresas, “Que o comprometimento não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito e reconhecido enquanto durar o relacionamento”. 

Sim, eu proponho que o comprometimento exaustivamente cobrado do colaborador, seja igualmente praticado pela empresa para com ele, enquanto ele ali permanecer, não importando o tempo que durar esta chama, mas, enquanto ela estiver acesa ele tem que saber, sentir e vivenciar que a empresa está comprometida com ele.

Muitas vezes, é o comprometimento que faz com que esta chama se mantenha acesa e se prolongue por muitos e muitos anos. Quantas pessoas não dizem: “Não saio da empresa onde trabalho por nada deste mundo, nela eu sou bem tratado”, ou “... lá sou respeitado, eu me sinto gente”, ou ainda “... vale a pena trabalhar na empresa X, lá eu sou reconhecido”.

Comprometimento, aliás, que é uma das estratégias de gestão de pessoas mais simples, rápidas e econômicas de se desenvolver, implantar e operacionalizar. Basta querer. Só depende da postura de seus dirigentes e de ações conduzidas pela área de Gestão de Recursos Humanos.

Vamos a dois exemplos muito simples.

O primeiro diz respeito ao processo de contratação de pessoal. 

Sua empresa pode demonstrar que está comprometida com seus colaboradores quando adota a política de privilegiar o recrutamento interno, dando a todos as oportunidades de desenvolvimento e crescimento dentro da estrutura. Minha proposta, é que sua empresa pratique a política de contratar um office-boy sempre que surgir uma vaga de gerente no quadro. 

O segundo diz respeito ao já famoso PPR (Plano de Participação nos Resultados). 

Pergunto: Como sua empresa pode querer um quadro de colaboradores comprometidos se ela pratica o PPR apenas para os executivos, os gerentes, enfim, só para o pessoal do “andar de cima”? 

Você realmente acredita que os colaboradores que não recebem bônus, gratificações e outras premiações estejam comprometidos com sua empresa? Neste caso, minha sugestão é de que você de o primeiro passo, comprometendo-se antes com eles, repensando seu programa de PPR e incluindo nele, todos, absolutamente todos, os colaboradores, do mais humilde ao mais graduado da empresa, para que todos sintam que pertencem a uma só equipe, que jogam no mesmo time, que trabalham na mesma empresa, com o mesmo foco, em busca do atingimento das mesmas metas e objetivos para, em conjunto, compartilharem do mesmo reconhecimento. (Desculpem-me pelo excesso de “mesmos” na frase, mas, senti que seriam necessários para fortalecer a mensagem).

Eu poderia discorrer aqui sobre muitos outros exemplos que tratam da importância do comprometimento na motivação e no desempenho das pessoas e seus impactos nas Organizações, mas, prefiro encerrar lhe propondo uma reflexão: Não esqueça que antes de cobrarmos comprometimento dos outros para conosco, é preciso que demonstremos que estamos comprometidos com eles.

Sergio Lopes, consultor parceiro do IDORT

Fonte: IDORT

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